E se eu soubesse, e nesse momento estivesse sozinha, e quisesse cantar uma música, essa seria a escolhida:
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Mundo particular
Queria saber tocar violão. Seria muito mais proveitoso para os meus momentos de solidão, que eu uso pra refletir sobre vida e afins.
E se eu soubesse, e nesse momento estivesse sozinha, e quisesse cantar uma música, essa seria a escolhida:
E se eu soubesse, e nesse momento estivesse sozinha, e quisesse cantar uma música, essa seria a escolhida:
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
Feliz despedida
Talvez seja reflexo de uma experiência ruim, mas prefiro acreditar que é resultado de uma dessas brincadeiras que a vida faz com a gente. Algo que parece extremamente bom, acaba se tornando doloroso, tal qual um cenário desconhecido e incerto venha a se tornar um lindo caminho de deliciosas descobertas e profundos aprendizados. A vida é mesmo uma caixinha de surpresas!
Márcia. É o nome dela. Uma japonesa simpática, cheia de bom papo, moça acolhedora, elétrica, daquelas pessoas que param para ouvir e que, com certeza, merecem ser ouvidas. Minha chefe!
E eu, cheia de medo, incerta e indecisa. Nunca vou conseguir entender (e sequer explicar!) como poderia querer tanto uma coisa, mas não ter coragem de entrar de cabeça. Sei lá, a bagagem anterior era pesada e infeliz o bastante para me tirar aquela empolgação por novas experiências.
Enfim, aconteceu... em 3 meses fui acolhida ao mundo de turismo. Mais do que isso, fui acolhida a um mundo que, pouco a pouco, passou a criar sentido pra mim e em mim.
Daí, minha intensa e eterna admiração pela convivência com a cultura tanto dos de fora, quanto mais os de dentro.
Quando me dei conta, estava deitada em dois puffs, olhando para o teto daquele "corredor do cochilo" e pensando que isso é que é qualidade de vida. "Coisa louca, não? Como é que eu vim parar aqui? E aquela japonesa... como é que ela consegue dar conta de tanto trabalho e ainda se divertir e ser uma pessoa divertida? E em que momento em passei a vê-la como amiga?"
Acho que sei... foi no dia em que ela fez cócegas em mim. E quando contei sobre minha vida e os últimos 2 anos. E quando tentei fazer uma trança no cabelo dela, mas só consegui um penteado abstrato. E quando ela saiu de férias e me deixou doidinha com tanto trabalho... e com um pouquinho só de saudade.
Nossa amizade se formou assim, de momentos. Quando parei para pensar, tinha ficado amiga da minha chefe. (Não sabia nem que essas palavras poderiam conviver juntas na mesma frase.)
E então, o choque. Márcia iria embora no próximo mês. Sentimento estranho de não concordar e, ao mesmo tempo, entender que foi a melhor decisão que ela podia ter tomado (além de me contratar, é claro...hohohoho)
Esse último mês passou. Rápido! Tão rápido quanto os dedos da Márcia digitando um e-mail.
E ela se foi.
Conheço essa sensação de mergulhar no desconhecido, depois de anos de convivência com uma situação que não era totalmente ruim, mas não era esplendorosamente boa e digna de realização pessoal . Dói um pouco, dá medo, dá frio na barriga. Por isso, o mergulho precisa ser de cabeça, pra não dar tempo de se segurar e voltar atrás. Precisa ser radical, precisa gerar mudança de rotina. Precisa ser difícil pra valer a pena!
No meu coração fica a saudade. Mas, maior do que isso, o desejo de vê-la feliz, abrindo a porta para um novo caminho e deixando as janelas abertas pra que eu consiga assistir seu sucesso na primeira fileira!
E então, posso finalmente dizer que tive a melhor de todas as chefes. E hoje, amiga.
Vai, Marcinha. Vai, mas não esquece de mim!
Márcia. É o nome dela. Uma japonesa simpática, cheia de bom papo, moça acolhedora, elétrica, daquelas pessoas que param para ouvir e que, com certeza, merecem ser ouvidas. Minha chefe!
E eu, cheia de medo, incerta e indecisa. Nunca vou conseguir entender (e sequer explicar!) como poderia querer tanto uma coisa, mas não ter coragem de entrar de cabeça. Sei lá, a bagagem anterior era pesada e infeliz o bastante para me tirar aquela empolgação por novas experiências.
Enfim, aconteceu... em 3 meses fui acolhida ao mundo de turismo. Mais do que isso, fui acolhida a um mundo que, pouco a pouco, passou a criar sentido pra mim e em mim.
Daí, minha intensa e eterna admiração pela convivência com a cultura tanto dos de fora, quanto mais os de dentro.
Quando me dei conta, estava deitada em dois puffs, olhando para o teto daquele "corredor do cochilo" e pensando que isso é que é qualidade de vida. "Coisa louca, não? Como é que eu vim parar aqui? E aquela japonesa... como é que ela consegue dar conta de tanto trabalho e ainda se divertir e ser uma pessoa divertida? E em que momento em passei a vê-la como amiga?"
Acho que sei... foi no dia em que ela fez cócegas em mim. E quando contei sobre minha vida e os últimos 2 anos. E quando tentei fazer uma trança no cabelo dela, mas só consegui um penteado abstrato. E quando ela saiu de férias e me deixou doidinha com tanto trabalho... e com um pouquinho só de saudade.
Nossa amizade se formou assim, de momentos. Quando parei para pensar, tinha ficado amiga da minha chefe. (Não sabia nem que essas palavras poderiam conviver juntas na mesma frase.)
E então, o choque. Márcia iria embora no próximo mês. Sentimento estranho de não concordar e, ao mesmo tempo, entender que foi a melhor decisão que ela podia ter tomado (além de me contratar, é claro...hohohoho)
Esse último mês passou. Rápido! Tão rápido quanto os dedos da Márcia digitando um e-mail.
E ela se foi.
Conheço essa sensação de mergulhar no desconhecido, depois de anos de convivência com uma situação que não era totalmente ruim, mas não era esplendorosamente boa e digna de realização pessoal . Dói um pouco, dá medo, dá frio na barriga. Por isso, o mergulho precisa ser de cabeça, pra não dar tempo de se segurar e voltar atrás. Precisa ser radical, precisa gerar mudança de rotina. Precisa ser difícil pra valer a pena!
No meu coração fica a saudade. Mas, maior do que isso, o desejo de vê-la feliz, abrindo a porta para um novo caminho e deixando as janelas abertas pra que eu consiga assistir seu sucesso na primeira fileira!
E então, posso finalmente dizer que tive a melhor de todas as chefes. E hoje, amiga.
Vai, Marcinha. Vai, mas não esquece de mim!
terça-feira, 21 de maio de 2013
Palavras de amor
Naquele dia, quando a cabeça estava prestes a explodir.
Naquele dia, quando a vontade de sumir estava prestes a se tornar realidade.
Naquele dia, quando as coisas tinham parado de fazer sentido...
Eu recebi uma declaração dele...
Naquele dia, quando a vontade de sumir estava prestes a se tornar realidade.
Naquele dia, quando as coisas tinham parado de fazer sentido...
Eu recebi uma declaração dele...
"A rosa é azul... violeta é amarela... eu te amo muito! Você é minha Cinderela!"
Com amor, Laurinho.
e tudo mudou.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Sunrise
Preciso de um lugar calmo, um tempo de tranquilidade pra processar os últimos dois anos.
As vezes eu fico tonta só de imaginar como é que a vida dá tantas voltas assim. É sério. Você pensa que já entendeu como as coisas funcionam e, de repente, está dentro de numa montanha-russa que sacode e vira de ponta cabeça.
E aí, é preciso respirar bem fundo pra não engasgar. Dá vontade de colocar a cabeça pra fora do carro e gritar bem alto. Ou pegar todas as roupas do armário, jogar dentro de algumas malas e ir pra rodoviária, sem destino.
E todo mundo fala que a vida é assim mesmo, e você não é o único (ou a única) que já passou por isso, e que ninguém morre disso. (Demorei um tempo pra entender o que essas pessoas realmente queriam dizer)
É capaz que toda essa situação lhe transforme numa pessoa reclamona e pessimista, mas não precisa ser um estado permanente. Isso passa, assim como as decepções amorosas da adolescência.
O que acontece é que, ao descer desse passeio insano da montanha-russa, sua visão de como as coisas funcionam, muda. Talvez as pessoas continuem as mesmas, o relógio continue tiquetateando, os carros continuem causando congestionamento e a cidade ainda seja um caos.
No meio de toda a bagunça do mundo, você abre os olhos e não vê o paraíso, mas vê uma nova trilha na direção dos seus passos.
Novas pessoas, nova atmosfera, novas escolhas, novas consequências.
![]() |
| Pinterest |
No mural do quarto, fotos antigas de gente antiga, por quem tenho um amor antigo e eterno. Junto delas, fotos novas, gente nova, consequências das últimas escolhas.
(Engraçado como um mural de fotos pode dizer tanto sobre a vida de uma pessoa, não é?!)
No diário, relatos de uma dor que já se torna mais amena. Relatos de uma pessoa que gosta de aprender e, por isso, sofre. Porque né... quem aprende, sofre. Nem que seja a dor de não ter aprendido antes.
No rosto, aquela expressão de quem acabou de sair da montanha-russa. Coisa doida, que dessaruma o cabelo e faz calar a voz mais aguda. Ânsia de vômito que deixa a garganta meio seca, meio ardida. Coração acelerado, cabeça confusa, visão embaçada. Como é que as coisas mudaram tão depressa assim?
E aí, a ficha cai. Não foram as coisas, fui eu.
Pode ser clichê, mas é exatamente assim que eu me sinto, porque o tempo se encarrega de ir aliviando a carga das bagagens emocionais.
Já faz um tempo que os pensamentos estão entrando nos eixos e voltando a fazer sentido.
E, quer saber, a vida ficou bem melhor agora!
quinta-feira, 28 de março de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Gone, gone, gone
A primeira música que consigo dedicar pra ele!
You're the pulse that I've always needed
I surrender honestly
You're the pulse that I've always needed
I surrender honestly
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
365 jeitos de descobrir o amor
Tudo o que eu li, ouvi e assisti sobre romances, histórias de amor, paixão e final feliz ainda é pouco.
Na verdade, eles todos me apresentaram duas coisas, uma é boa e a outra é ruim. A ruim é que cada expectativa gera uma certa frustração. Resgate na memória todos os filmes de romance já assistidos, e você sempre verá que a realidade do filme (que gera em nós uma expectativa quanto à vida real) se frustra quando descobrimos como as coisas são diferentes olho-no-olho.
E a boa é que tudo isso alimenta esperança. Esperança no amor, esperança na descoberta de um grande romance que tire seu fôlego, preencha a carência e seja digno de compartilhar lágrimas e segredos.
Os filmes são legais, divertidos, causam reações estranhas que acabam refletindo nos sonhos (dormidos ou acordados).
Mas, mesmo toda essa perfeição, essa beleza, esse flerte gostoso, mesmo todos os eticeteras não conseguem sequer dedilhar alguma nota, soprar uma leve melodia ou esboçar um simples rascunho da história de amor que vivo hoje, e continuarei vivendo, se Deus permitir, até o meu último suspiro.
Há um ano, descobri um sentimento novo. Descobri um jeito novo de ver a vida. Descobri uma nova maneira de lidar com pessoas. Descobri uma nova forma de acordar e dormir.
Foram 365 tentativas diferentes. 365 dias descobrindo a vida do jeito certo.
E cada dia ao lado do meu amor, é como se eu pudesse provar um pouquinho do céu.
Todas essas 8.760 horas de ensino fixaram a mesma frase na minha mente: Swing open your chest and let it in. Just let the love, love, love begin.
No fim das contas, todo mundo quer ser amado, e todo mundo se cura com o amor!
Na verdade, eles todos me apresentaram duas coisas, uma é boa e a outra é ruim. A ruim é que cada expectativa gera uma certa frustração. Resgate na memória todos os filmes de romance já assistidos, e você sempre verá que a realidade do filme (que gera em nós uma expectativa quanto à vida real) se frustra quando descobrimos como as coisas são diferentes olho-no-olho.
E a boa é que tudo isso alimenta esperança. Esperança no amor, esperança na descoberta de um grande romance que tire seu fôlego, preencha a carência e seja digno de compartilhar lágrimas e segredos.
Os filmes são legais, divertidos, causam reações estranhas que acabam refletindo nos sonhos (dormidos ou acordados).
Mas, mesmo toda essa perfeição, essa beleza, esse flerte gostoso, mesmo todos os eticeteras não conseguem sequer dedilhar alguma nota, soprar uma leve melodia ou esboçar um simples rascunho da história de amor que vivo hoje, e continuarei vivendo, se Deus permitir, até o meu último suspiro.
Há um ano, descobri um sentimento novo. Descobri um jeito novo de ver a vida. Descobri uma nova maneira de lidar com pessoas. Descobri uma nova forma de acordar e dormir.
Foram 365 tentativas diferentes. 365 dias descobrindo a vida do jeito certo.
E cada dia ao lado do meu amor, é como se eu pudesse provar um pouquinho do céu.
Todas essas 8.760 horas de ensino fixaram a mesma frase na minha mente: Swing open your chest and let it in. Just let the love, love, love begin.
No fim das contas, todo mundo quer ser amado, e todo mundo se cura com o amor!
Feliz um ano de namoro. Eu te amo, Laurinho!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Namore uma garota que lê
Escrito originalmente por Rosemarie Urquico
Adaptado por Gabriela Ventura.
- com grifos meusNamore uma garota que gasta seu dinheiro em livros, em vez de roupas. Ela também tem problemas com o espaço do armário, mas é só porque tem livros demais. Namore uma garota que tem uma lista de livros que quer ler e que possui seu cartão de biblioteca desde os doze anos.
Encontre uma garota que lê. Você sabe que ela lê porque ela sempre vai ter um livro não lido na bolsa. Ela é aquela que olha amorosamente para as prateleiras da livraria, a única que surta (ainda que em silêncio) quando encontra o livro que quer. Você está vendo uma garota estranha cheirar as páginas de um livro antigo em um sebo? Essa é a leitora. Nunca resiste a cheirar as páginas, especialmente quando ficaram amarelas.
Ela é a garota que lê enquanto espera em um Café na rua. Se você espiar sua xícara, verá que a espuma do leite ainda flutua por sobre a bebida, porque ela está absorta. Perdida em um mundo criador pelo autor. Sente-se. Se quiser ela pode vê-lo de relance, porque a maior parte das garotas que leem não gostam de ser interrompidas. Pergunte se ela está gostando do livro.
Compre para ela outra xícara de café.
Diga o que realmente pensa sobre o Murakami. Descubra se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entenda que, se ela diz que compreendeu o Ulisses de James Joyce, é só para parecer inteligente. Pergunte se ela gosta ou gostaria de ser a Alice.
É fácil namorar uma garota que lê. Ofereça livros no aniversário dela, no Natal e em comemorações de namoro. Ofereça o dom das palavras na poesia, na música. Ofereça Neruda, Sexton Pound, cummings. Deixe que ela saiba que você entende que as palavras são amor. Entenda que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade mas, juro por Deus, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco como seu livro favorito. E se ela conseguir não será por sua causa.
É que ela tem que arriscar, de alguma forma.
(Não concordo totalmente com essa parte)Minta. Se ela compreender sintaxe, vai perceber a sua necessidade de mentir.Por trás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. E isto nunca será o fim do mundo.
Trate de desiludi-la. Porque uma garota que lê sabe que o fracasso leva sempre ao clímax. Essas garotas sabem que todas as coisas chegam ao fim. E que sempre se pode escrever uma continuação. E que você pode começar outra vez e de novo, e continuar a ser o herói. E que na vida é preciso haver um vilão ou dois.
Por que ter medo de tudo o que você não é? As garotas que leem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Exceto as da série Crepúsculo.
Se você encontrar uma garota que leia, é melhor mantê-la por perto. Quando encontrá-la acordada às duas da manhã, chorando e apertando um livro contra o peito, prepare uma xícara de chá e abrace-a. Você pode perdê-la por um par de horas, mas ela sempre vai voltar para você. E falará como se as personagens do livro fossem reais – até porque, durante algum tempo, são mesmo.
Você tem de se declarar a ela em um balão de ar quente. Ou durante um show de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Ou pelo Skype.
Você vai sorrir tanto que acabará por se perguntar por que é que o seu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Vocês escreverão a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos mais estranhos ainda. Ela vai apresentar os seus filhos ao Gato do Chapéu [Cat in the Hat] e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos de suas velhices, e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto você sacode a neve das botas.
Namore uma garota que lê porque você merece. Merece uma garota que pode te dar a vida mais colorida que você puder imaginar. Se você só puder oferecer-lhe monotonia, horas requentadas e propostas meia-boca, então estará melhor sozinho. Mas se quiser o mundo, e outros mundos além, namore uma garota que lê.
Ou, melhor ainda, namore uma garota que escreve.
| Foto: Pinterest/Reprodução |
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Xixi em grupo... han?
Recebi esse email em 2010, e por uma obra do destino, resolvi reler.
Vale a pena. E, se puder, mostre pro namorado, irmão, amigo...Os homens precisam entender uma coisa: as mulheres têm, pelo menos, 3 boas razões pra cada mania maluca!
Quando você TEM que ir ao banheiro público,você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Brad Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".
Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.
Você, então verifica cada cubículo por debaixo da porta para ver se há pernas.
Todos estão ocupados.
Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.
Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona!); não importa... você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área... o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque, né, nunca se sabe...
Mas, voltando à porta...
Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".
Alívio...... AAhhhhhh.....finalmente...
Aí é quando os teus músculos começam a tremer ...
Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.
Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!!!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...
E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos.
Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, para variar, o rolo está vazio...! Então você pede aos céus para que, nos 5 kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel (ou um absorvente reserva). Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção...
E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!
Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abri-la novamente (nisso, nós, as mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar seu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas.
Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar do soco que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas...
A lembrança de sua mãe, que estaria morrendo de vergonha se a visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali"
... você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!
Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água. O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.
Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, deixando tudo à mostra!
Nesse momento, você vê o seu amigo que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.
"Por que você demorou tanto?" - pergunta o idiota.
Você se limita a responder: "A fila estava enorme"
E esta é a razão porque nós, as mulheres, vamos ao banheiro em grupo: por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
ON ou OFF
Um vídeo melhor do que "Filtro Solar".
Frases que me marcaram:
- De que lado você está?
- Não adianta querer a sustentabilidade sem ser sustentável!
- O colapso econômico do planeta não se resolve com a elevação das suas compras, mas talvez com o retorno às suas origens: humildes, sinceras, despretensiosas, colaborativas e auto-produtivas.
- As melhores ideias do mundo, são as melhores ideias para o mundo.
- Somos capazes de reclamar uns dos outros, mas não somos capazes de responder uma indelicadeza com um sorriso. Se não mudarmos, O MUNDO NÃO MUDA!
- Ou corremos agora, ou iremos correr atrás!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Carol e as Girafas
Me lembro de alguns momentos marcantes que envolvem as altonas:
Os passeios pro zoológico de SP. Dentros os animais que gostava muito, sempre fixava meus olhos nas girafas. Tão altas, tão imponentes, tão... maiores do que eu. Tinha um pouco de medo, achava que elas poderiam facilmente esmagar a minha cabeça com um simples tropeço dentro da jaula. (tá, isso não é exatamente uma situação impossível).
Quando estive no Animal Kingdom me lembro do momento em que passamos por uma, durante o mini-safari. "Uau, que gigante! Já pensou se ela resolve enfiar o pescoção aqui no carro?", eu pensei em silêncio.
E quando meu sobrinho ganhou sua girafa de pelúcia, a Ziguifrida. Achei muito fofa, muito graciosa. Curioso, não? Desde então, passei a observá-las com carinho, ao invés de medo.
No começo do mês, comprei um adesivo de estampa de girafa. Acho que era a estampa mais linda do site.
E, finalmente, hoje. Não sei de onde veio, não sei o que me fez lembrar delas. Mas, assim, do nada, resolvi escrever sobre girafas. Pra isso, tive que pesquisar um pouco. Foi mais por curiosidade mesmo. Vontade de descobrir mais das grandalhonas. E, pra minha surpresa, achei coisas surpreendentes.Elas, por instinto selvagem, possuem "costumes" que eu valorizo bastante, por instinto humano.
- Girafas podem parecer fortes e agressivas. Mas apenas a primeira característica é verdadeira, pois elas são de índole pacífica e inofensiva. Mesmo sendo tão grandes, o que elas querem, ao chegar perto dos humanos, é sentir o cheiro e saber se temos algo para lhes alimentar.
- Por serem tão ingênuas, não notam o perigo facilmente. Exemplo: um dos principais predadores é o crocodilo, que parte ao ataque quando a pobrezinha, desprevenida, se abaixa para pegar água. A gente também passa por isso. Quem é que nunca foi pego de surpresa por alguém(ou algo) que só esperou ficarmos tranquilos e sossegados pra atacar? Assaltos, crises, desânimo, tristeza.
- Além disso, as girafas também são "família. Cuidam uma das outras. Quando estão em bando, uma delas fica à espreita enquanto as demais estão se alimentando ou dormindo. Vai dizer que isso não é lindo de se ver?
- Também possuem o sentido da visão mais desenvolvida do que os outros. É nesse tipo de coisa que nós, humanos, deveríamos investir. Visão. Olhar pra frente, se esforçar pra enxergar o território que, mesmo longe, pode ser um bom lugar para colher experiências, descanso...
- Quase nunca emitem sons. Hum, interessante. Falar menos, entendi!
- E, por último, é um animal gregário, que constitui rebanhos ou bandos pouco numerosos. Ok, poucos amigos, mas amigos fiéis (porque o bando anda sempre junto).
Tá vendo, elas são muito lindas. Fofas. Inteligentes.
E, o melhor de tudo, não são nada disso por influência dos outros animais. Simplesmente nasceram desse jeito.
Amo girafas!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Sensações
O que é isso? Parece que estou me afogando.
Onde foi parar o fôlego?
E todo o esforço que eu faço... porque ele não é suficiente pra me ajudar a chegar na superfície?
Sinto que sou tão impotente. Tão tão, a ponto de não conseguir ajudar mais ninguém, nem a mim mesma.
De onde vem essa sensação?
Onde foi parar o fôlego?
E todo o esforço que eu faço... porque ele não é suficiente pra me ajudar a chegar na superfície?
Sinto que sou tão impotente. Tão tão, a ponto de não conseguir ajudar mais ninguém, nem a mim mesma.
De onde vem essa sensação?
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Meninas
Na parede do meu quarto está um dos quadros mais lindos que já vi. Ganhei de aniversário (não sei de quantos anos), e sempre me anima. Ele é, na verdade, um painel de fotos minhas e de frases dos Peanuts, e eu mal podia imaginar como elas fariam sentido nos meus 22 anos de idade. Dentre as quais:
"Nunca entregue seu coração a um cabeça dura"
Algumas meninas ainda não tem noção do que isso pode significar. Algumas ainda sonham com o príncipe encantado, com um menino que segure suas mãos com ternura e olhe nos seus olhos como se estivesse hipnotizado de amor. Que seja um verdadeiro cavalheiro e tenha paciência quando a tpm resolver dar um "oi". Que a chame de "linda" e faça carinho no cabelo. Que elogia sua risada, e que seja o causador dela. Que ligue pra falar bom dia e boa noite, e seja o primeiro a ligar quando der meia noite no dia do seu aniversário.
Nada disso é errado. Eu desejei isso a vida toda.
Mas, não sei o que aconteceu com o mundo. Ele virou de ponta cabeça e inverteu os valores.
As meninas não se valorizam, não se guardam, não desejam mais o futuro brilhante e cheio de corações. Ou melhor, até desejam mas não têm coragem de esperar por isso. Algumas esperam do jeito errado, garantindo uma companhia estável e passando meses (ou anos!) mentalizando que a pessoa ao lado vai melhorar, vai mudar, vai se transformar em príncipe encantado e que só precisa de mais amor, mais carinho. Se doam, se transformam, se diminuem. Se entregam.
O problema da entrega não é apenas o ato sexual, mas o coração que vai junto. Quando uma mulher enxerga o sexo como um ato de amor, ela entrega seu coração. E não foi pro namoro que o sexo foi feito.
Cansamos de ouvir histórias de garotas desiludidas. Garotas que, depois de anos de namoro, desencantaram. Não pensam mais em casar, não acreditam nos homens e preferem a vida de solteira, das baladas, dos ficantes, dos amores de uma noite só, do sexo casual, do visual provocante. Quase consigo ver tanques vazios... vazios de amor, carentes de atenção. Loucas de vontade de viver um amor de verdade, mas com medo de escorregarem pros braços de outro ser que as decepcione.
Mas, quer saber minha opinião? Isso não é culpa duzomi. Claro, sempre dá pra achar um mau exemplo aqui e acolá. Um safadosemvergonha que te ama loucamente...até a segunda semana do namoro, quando começa a responder sms's monossilábicas, fica de cara feia quando sai com sua família e te trata pior do que a calopsita que tem em casa.
A culpa também é das mina. Das que não têm coragem de largar a mão do cara que grita, do cara grosso, do cara que passa a mão no seu corpo e depois olha pra mulher de biquini na TV do restaurante. Das mina que passam as noites chorando por um cara machista, que não gosta de perder alguns minutos da sua atenção pra uma criancinha da família. Das mina que discutem com os pais quando eles dizem "cuidado onde você tá se metendo".
Olha só, vou compartilhar um aprendizado meu: se o cara te ama, se ele realmente vale a pena, se ele tem chances de ser o amor da sua vida, ele vai fazer por merecer.
Ele é daqueles que prefere perder a discussão, pra comemorar o acordo. Ele é daqueles que elogia o brilho dos seus olhos, o som da sua risada, sua inteligência, seu carisma.
Ele é daqueles que não pensa que a mulher é escrava, que só serve pra lavar louça e roupa suja. Ele é daqueles que prefere assistir filme na sua casa quando você estiver doente, do que sair pra jogar bola com os amigos.
Ele não é cabeça dura. Não defende só a própria opinião. Entende que, diante dele, está um dos maiores tesouros da humanidade. Que vive dizendo o quanto é sortudo e, vira e mexe, fala sobre planos pro futuro... de vocês dois!
Meninas, moças, mulheres. Isso tudo é um ponto de vista romântico de uma garota de 22 anos que, finalmente, encontrou o amor de sua vida e a conexão de sua vida com todas as músicas românticas que já foram criadas.
Sim, posso entender pouco sobre a vida. Posso ter pouca vivência no ramo "namorístico", e me orgulho disso. Posso ser muito nova pra entender a complexidade que os adultos tanto falam.
Posso ser só mais uma apaixonada. Mas eu já tive desilusão amorosa. Já fui dormir chorando. Já discuti com meus pais por isso. Já me afastei da minha família. Já entreguei meu coração pra um cabeça dura.
Eu sei do que eu tô falando. Eu conheço a história clássica da menina que sonha com o príncipe encantado e não consegue de jeito nenhum enxergar os defeitos de quem tá diante do seu nariz.
Mas, graças a Deus (só a Ele), eu fui apresentada pro príncipe mais encantador. Antes disso, o Rei me fez aceitar o amor dEle em primeiro lugar, e a me aceitar como sou. Sem ficar presa a esteriótipos e padrões de beleza.
Quando eu entendi que sou única e especial, entendi que o amor viria naturalmente, sem precisar forçar a barra.
Por isso eu vou repetir a frase do início: nunca entregue seu coração a um cabeça dura.
Faz assim: entrega pra Deus. Ele sabe exatamente quem é a peça que completará seu quebra-cabeças, sem que você precise quebrar sua cabeça ou pisar no seu coração.
E, POR FAVOR, pare de chorar por esse cara tosco que não sabe reconhecer o seu valor.
Olha no espelho... você é linda!
"Nunca entregue seu coração a um cabeça dura"
Algumas meninas ainda não tem noção do que isso pode significar. Algumas ainda sonham com o príncipe encantado, com um menino que segure suas mãos com ternura e olhe nos seus olhos como se estivesse hipnotizado de amor. Que seja um verdadeiro cavalheiro e tenha paciência quando a tpm resolver dar um "oi". Que a chame de "linda" e faça carinho no cabelo. Que elogia sua risada, e que seja o causador dela. Que ligue pra falar bom dia e boa noite, e seja o primeiro a ligar quando der meia noite no dia do seu aniversário.
Nada disso é errado. Eu desejei isso a vida toda.
Mas, não sei o que aconteceu com o mundo. Ele virou de ponta cabeça e inverteu os valores.
As meninas não se valorizam, não se guardam, não desejam mais o futuro brilhante e cheio de corações. Ou melhor, até desejam mas não têm coragem de esperar por isso. Algumas esperam do jeito errado, garantindo uma companhia estável e passando meses (ou anos!) mentalizando que a pessoa ao lado vai melhorar, vai mudar, vai se transformar em príncipe encantado e que só precisa de mais amor, mais carinho. Se doam, se transformam, se diminuem. Se entregam.
O problema da entrega não é apenas o ato sexual, mas o coração que vai junto. Quando uma mulher enxerga o sexo como um ato de amor, ela entrega seu coração. E não foi pro namoro que o sexo foi feito.
Cansamos de ouvir histórias de garotas desiludidas. Garotas que, depois de anos de namoro, desencantaram. Não pensam mais em casar, não acreditam nos homens e preferem a vida de solteira, das baladas, dos ficantes, dos amores de uma noite só, do sexo casual, do visual provocante. Quase consigo ver tanques vazios... vazios de amor, carentes de atenção. Loucas de vontade de viver um amor de verdade, mas com medo de escorregarem pros braços de outro ser que as decepcione.
Mas, quer saber minha opinião? Isso não é culpa duzomi. Claro, sempre dá pra achar um mau exemplo aqui e acolá. Um safadosemvergonha que te ama loucamente...até a segunda semana do namoro, quando começa a responder sms's monossilábicas, fica de cara feia quando sai com sua família e te trata pior do que a calopsita que tem em casa.
A culpa também é das mina. Das que não têm coragem de largar a mão do cara que grita, do cara grosso, do cara que passa a mão no seu corpo e depois olha pra mulher de biquini na TV do restaurante. Das mina que passam as noites chorando por um cara machista, que não gosta de perder alguns minutos da sua atenção pra uma criancinha da família. Das mina que discutem com os pais quando eles dizem "cuidado onde você tá se metendo".
Olha só, vou compartilhar um aprendizado meu: se o cara te ama, se ele realmente vale a pena, se ele tem chances de ser o amor da sua vida, ele vai fazer por merecer.
Ele é daqueles que prefere perder a discussão, pra comemorar o acordo. Ele é daqueles que elogia o brilho dos seus olhos, o som da sua risada, sua inteligência, seu carisma.
Ele é daqueles que não pensa que a mulher é escrava, que só serve pra lavar louça e roupa suja. Ele é daqueles que prefere assistir filme na sua casa quando você estiver doente, do que sair pra jogar bola com os amigos.
Ele não é cabeça dura. Não defende só a própria opinião. Entende que, diante dele, está um dos maiores tesouros da humanidade. Que vive dizendo o quanto é sortudo e, vira e mexe, fala sobre planos pro futuro... de vocês dois!
Meninas, moças, mulheres. Isso tudo é um ponto de vista romântico de uma garota de 22 anos que, finalmente, encontrou o amor de sua vida e a conexão de sua vida com todas as músicas românticas que já foram criadas.
Sim, posso entender pouco sobre a vida. Posso ter pouca vivência no ramo "namorístico", e me orgulho disso. Posso ser muito nova pra entender a complexidade que os adultos tanto falam.
Posso ser só mais uma apaixonada. Mas eu já tive desilusão amorosa. Já fui dormir chorando. Já discuti com meus pais por isso. Já me afastei da minha família. Já entreguei meu coração pra um cabeça dura.
Eu sei do que eu tô falando. Eu conheço a história clássica da menina que sonha com o príncipe encantado e não consegue de jeito nenhum enxergar os defeitos de quem tá diante do seu nariz.
Mas, graças a Deus (só a Ele), eu fui apresentada pro príncipe mais encantador. Antes disso, o Rei me fez aceitar o amor dEle em primeiro lugar, e a me aceitar como sou. Sem ficar presa a esteriótipos e padrões de beleza.
Quando eu entendi que sou única e especial, entendi que o amor viria naturalmente, sem precisar forçar a barra.
Por isso eu vou repetir a frase do início: nunca entregue seu coração a um cabeça dura.
Faz assim: entrega pra Deus. Ele sabe exatamente quem é a peça que completará seu quebra-cabeças, sem que você precise quebrar sua cabeça ou pisar no seu coração.
E, POR FAVOR, pare de chorar por esse cara tosco que não sabe reconhecer o seu valor.
Olha no espelho... você é linda!
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Step outside
O que será que acontece com a nossa mente, que de vez em quando clama por um tempo?
Eu queria muito (MUITO MESMO!) poder sair no meio da tarde pra dar um passeio e esvaziar a cabeça.
Queria poder acordar um pouquinho mais tarde do que o normal, tomar um café gostoso em casa, e sair pra ler um livro no parque.
Queria poder assistir ao pôr-do-sol em qualquer outro lugar, que não seja pela janela do ônibus.
Queria viajar, ficar um tempo sozinha, entender todas as mudanças que me transformaram.
Queria ter um tempo só pra mim, só pra ficar no silêncio. Poder colocar a bagunça em ordem, as pendências em dia e os problemas na pasta de "Resolvidos".
Mas, não dá né. A vida real está pedindo um pouco mais de agilidade e compromisso. Responsabilidade.
O futuro parece mais próximo, e as forças precisam ser suficientes pra chegar até ele.
Só que, no meio de tudo, preciso achar um tempo. Nem que seja um tempo fictício, que exista apenas na minha mente, mas que me ajuda a reorganizar a vida, entender o significado de prioridade, liberar um sentimento reprimido e refletir sobre essas pessoas que cruzam o nosso caminho.
Quem é que já não ouviu uma promessa de mudança, que ficou só na teoria? É de doer.
Quem é que não ouviu a mesma promessa, duas vezes em um mesmo ano, e não sentiu nem o cheiro da mudança?
Isso desgasta, e o próximo passo é largar mão.
Acho que é nesse estágio que cheguei, sabe? Cansada!
Só que, como a minha mãe sempre diz, a vida continua. "Levanta a peteca, menina!"
O jogo ainda não acabou.
Só preciso do intervalo pra voltar pro segundo tempo. O problema é que 30 minutos é muito pouco!
- Engraçado isso. Eu, que sempre reclamei do tempo de Deus e da minha ansiedade, dizendo que preciso de um tempo. É, chegou a hora de aprender o real significado dessa coisa.
Eu queria muito (MUITO MESMO!) poder sair no meio da tarde pra dar um passeio e esvaziar a cabeça.
Queria poder acordar um pouquinho mais tarde do que o normal, tomar um café gostoso em casa, e sair pra ler um livro no parque.
Queria poder assistir ao pôr-do-sol em qualquer outro lugar, que não seja pela janela do ônibus.
Queria viajar, ficar um tempo sozinha, entender todas as mudanças que me transformaram.
Queria ter um tempo só pra mim, só pra ficar no silêncio. Poder colocar a bagunça em ordem, as pendências em dia e os problemas na pasta de "Resolvidos".
Mas, não dá né. A vida real está pedindo um pouco mais de agilidade e compromisso. Responsabilidade.
O futuro parece mais próximo, e as forças precisam ser suficientes pra chegar até ele.
Só que, no meio de tudo, preciso achar um tempo. Nem que seja um tempo fictício, que exista apenas na minha mente, mas que me ajuda a reorganizar a vida, entender o significado de prioridade, liberar um sentimento reprimido e refletir sobre essas pessoas que cruzam o nosso caminho.
Quem é que já não ouviu uma promessa de mudança, que ficou só na teoria? É de doer.
Quem é que não ouviu a mesma promessa, duas vezes em um mesmo ano, e não sentiu nem o cheiro da mudança?
Isso desgasta, e o próximo passo é largar mão.
Acho que é nesse estágio que cheguei, sabe? Cansada!
Só que, como a minha mãe sempre diz, a vida continua. "Levanta a peteca, menina!"
O jogo ainda não acabou.
Só preciso do intervalo pra voltar pro segundo tempo. O problema é que 30 minutos é muito pouco!
- Engraçado isso. Eu, que sempre reclamei do tempo de Deus e da minha ansiedade, dizendo que preciso de um tempo. É, chegou a hora de aprender o real significado dessa coisa.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Pessoas
Hoje eu me irritei. E aí, pensei. Sabe no quê? Na vida. Nas mudanças. Em tudo!
Não me irritei porque as coisas mudaram. Me irritei porque isso acontece comigo de vez em quando.
Mas, enfim. Aí eu parei pra procurar alguma coisa que dissesse o que eu não consigo dizer. E foi quando achei essa camiseta.
Tem gente que vive dizendo que as coisas estão ruins, e que não existe razão pra ser otimista, e que não tem mais jeito pra nada. Ou que o mundo tá indo de mal a pior, e coisas desse tipo.
Ano passado eu decidi mudar. E radicalmente!
Olha pra onde eu vim... olha onde eu consegui chegar. Mudanças radicais são chocantes, não?
Eu olhei pra vida e pensei: vou mudar. Confesso que quis voltar atrás, mas a minha principal motivação me manteve firme: eu sabia que algo bom me esperava.
E aí, olha só o que aconteceu: as pessoas podem não ter mudado. A hipocrisia ainda existe na vida. Ainda tenho nojo de alguns comportamentos, raiva de algumas revoltas sem sentido e muita dó de quem está estagnado.
Mas, mudei. E aí entendi tudo:
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
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