terça-feira, 3 de julho de 2012

As pessoas e eu

Como já foi dito, não posso escolher como me sinto. Mas, posso escolher o que fazer a respeito.

Recentemente, fui desafiada como nunca,  na história da escritora desse blog.

Veja só o que a minha atual (re)leitura tem a me dizer: "Obstáculos - incompreensões, egoísmo, erros - fazem parte de todo relacionamento, mas podemos superá-los e estar cada vez mais próximos daqueles a quem amamos se estivermos dispostos a praticar a aceitação, as ações amorosas e o perdão contínuo. Esse tipo de comportamento exige que o amor sobrenatural de Deus flua em nós, ajudando-nos a ir além das inclinações e expectativas naturais. Deus está muito mais do que disposto e sempre disponível para nos ajudar a amar os outros, como Ele nos ama. " (Um mês para viver - dia 11)

Que beleza, hein?! O sucesso do meu relacionamento com as pessoas, não depende de mim.
Comolidar?

A solução é simples, mas a prática é complicaaaaada que só: trabalhar a minha ótica divina.
O que ser isto? 
Nada menos do que a ótica de Cristo. Ele é o único que pode anular qualquer problema de visão espiritual que me impeça de reatar laços, liberar perdão e insistir em relacionar-me com as pessoas.

Claro, é muito mais fácil largar mão, deixar no gelo e derivados... Mas, é realmente assim que se solucionam os problemas dos adultos?

Eu já não sou uma criança que faz birra pra não tomar banho, muito menos uma adolescente revoltada porque não pode ir ao cinema na sessão das 22. Eu sou uma adulta, com responsabilidades e carga emocional muito maior do que há 3 anos atrás.
Chegou a hora de lidar com problemas, como gente grande.

Eu sinto raiva? Ok. Fico chateada? Bastante.  Discordo de opiniões e atitudes? Muito. 
Mas, de quê adianta cortar um laço, que poderia ficar muito mais forte se eu enfrentasse as diferenças do jeito certo? As coisas mudam radicalmente quando olhamos através de um formato único: a cruz. 
Não é lógico perdoar quem te magoou. Não é lógico demonstrar amor por quem te prejudicou. Mas, a fé não é lógica. Ela é prática sobrenatural.

Concordo com Shakespeare. Não posso escolher como me sinto (muito menos como as pessoas se sentirão). 
Mas, posso escolher o que fazer a respeito.

Talvez realmente não seja o momento certo de reatar um laço rompido. Talvez, agora, a solução seja esperar. Porém, se a solução do problema for o meu foco, um dia algo definitivo precisará acontecer.
Só não sei quando, mas vai... em breve!

Música do dia


Zélia Duncan - Breve canção de Sonho
(música da Rosário e do Inácio - cheias de charme)




Dormi sozinha e acordei
Cantando a nossa canção
Canção que só escutei
Num sonho que eu não lembrei
Mas juro havia paixão

Ainda vou me lembrar
De cada nota e refrão
Só sei que cê tava lá
E tudo o que aconteceu
Fugiu pra outro lugar

Não sei se posso falar assim do que vi
Você cantava pra mim
Suspiros, flores, perdão
Canção de amor é assim

Dormi sozinha e acordei
Cantando a nossa canção
Canção que só escutei
Num sonho que eu não lembrei
Mas juro havia paixão

Não sei se posso falar assim do que vi
Você cantava pra mim
Suspiros, flores, perdão
Canção de amor é assim

Não sei se posso falar assim do que vi sem saber
Você cantava pra mim
Se é ato falho, não sei
Canção de amor é assim

Você cantava pra mim
Se é ato falho, não sei
Canção de amor é assim

Você cantava pra mim
Suspiros, flores, perdão
Canção de amor é assim